Componente Repeater

O componente Repeater como o próprio nome sugere é utilizado para repetir um determinado conjunto simples de componentes de interface ao usuário. A repetição é geralmente controlada através do uso de um array que pode trazer dados dinâmicos, como um array de objetos retornados de um Web Service ou um array de dados estático.
A declaração deste componente é a tag mx:Repeater, assim as tags dos componentes de interface ao usuário que serão repetidos serão colocados dentro da tag mx:Repeater.

Observação: A única tag que não pode ser repetida é o container mx:Application, pois para o componente ser repetido necessariamente ele deve derivar da classe UIComponent.

Abaixo segue um pequeno exemplo do uso do componente Repeater utilizando uma coleção de objetos estáticos para criar uma instância de cada RadioButton conforme cada item na coleção. Apropriedade label do RadioButton será configurada conforme o atual item da coleção.


Projeto na II Feira de Ciência CFT - Datasul


No dia 19/07/2008 na Udesc de Joinville participei da II Feira de Ciência CFT | Datasul, onde apresentei o meu projeto de nota fiscal eletrônica com o nome de e-Nota. O meu projeto utilizou o BlazeDS para o acesso remoto a infra-estrutura de back-end de servidor Java e dados distribuídos, como linguagem de back-end o Java juntamente com o servlet container Tomcat. Atualmente estou estudando a interatividade com o banco de dados MySQL.

Participando da Tradução do livro Why’s (Poignant) Guide to Ruby



Através do meu amigo Henry Hamon fiquei sabendo da tradução do livro Why’s (Poignant) Guide to Ruby para português, organizada pelo Carlos Brando e resolvi ajudar.
Este livro é voltado a linguagem de programação Ruby a qual está cativando a cada dia mais pessoas interessadas em conhecer novas tecnologias.
Antes de mais nada gostaria de informar sobre o evento Rails Summit Latin America 2008 o qual acontecerá nos dias 15 e 16 de Outubro, em São Paulo, capital. Onde aconteceram várias palestras simultâneas, alguns dos convidados a palestrar são David Hansson através de vídeo conferência, Chad Fowler e outros.

Mashups - Um Novo Conceito

Com o surgimento da Web 2.0 os desenvolvedores mudaram o modo de pensar e de desenvolver aplicações para a internet.

Atualmente, o assunto que está sendo comentado é o conceito de mashup juntamente com a flexibilidade da Web 2.0, onde uma aplicação pode usufruir de informações e serviços de uma outra aplicação.

A terminologia mashup é derivada de um fenômeno musical que mistura voz e batida de canções diferentes, e isto serviu como base de inspiração para esta nova tendência na área de sistema de informação.

Os mashup são aplicações on-line, os quais utilizam pequenas aplicações, onde estas aplicações são quebradas em componentes e disponibilizadas em APIs para poderem ser utilizados com outras aplicações, permitindo a reutilização de informações e de serviços disponíveis para a criação de novas aplicações.

Este conceito está sendo utilizado em diversos sites/aplicações juntando informações de diversas fontes numa única aplicação, oferecendo novos serviços aos usuários.

As aplicações que utilizam o mashup são conhecidas como aplicações compostas, pois são criadas combinando serviço de terceiros, reutilizando informações já existentes na Web.

Este conceito já está mudando o modo de desenvolvimento de software nas empresas e demonstra estar crescendo a cada dia.

É importante ressaltar que ao desenvolver aplicações mashups o desenvolvedor ganha tempo em relação a programação bastando apenas conhecer o funcionamento da API utilizada.

Entre as mais variadas utilizações de mashup estão os sites de notícias, abaixo segue alguns exemplos de APIs disponíveis na Web:

- Google Maps
- Yahoo! Maps
- Google Search
- Yahoo! Search
- Amazon
- eBay
- You tube
- Flickr
- Pay Pal
- del.icio.us
- Wikipedia
- Microsoft Virtual Earth

Atualmente, é possível obter o resultado de uma busca na Web, onde a mesma é oriunda de integrações de informações sobre um determinado assunto disponível em outros sites na Web, mostrando a sua localização no Google Maps ou Yahoo Map.
Por fim, acredito ter explicado este novo conceito a quem possa interessar e indico pesquisar mais sobre este interessante assunto.

Aplicações Ricas para Internet

Este é o meu primeiro post, o texto abaixo é uma tradução do livro lançado em Janeiro de 2008 chamado Flex for Designers da editora FriendsofED, espero que aproveitem.

Destes ambientes diferentes, Flex é indicado para criação de aplicações ricas para internet, também chamadas de aplicações ricas em mídia para a web. Estas aplicações são similares a websites exceto que eles oferecem mais funcionalidades do que um website tradicional. Por exemplo, uma página da web que mostra uma lista de telefones em célula que você pode comprar e que pode ser chamado de um website e deve ser construído em Flash ou HTML. Uma página web permite você organizar aquela lista por preço e funções e então deixa você ordenar qual você queira e que pode melhor ser descrito como uma aplicação rica para Internet.

É verdade que Flash permite você criar uma aplicação web, mas a criação seria muito trabalhosa, tomando muito tempo e comendo um grande orçamento. Flex usa o prebuild de objetos que pode ser modificado ou usado da maneira como eles são feitos este tipo de aplicações são mais complexas, mais rápidas e mais baratas. O que faz o desenvolvimento mais fácil.

O prebuild de objetos faz parte do framework Flex, uma coleção de bibliotecas de códigos e serviços de aplicação que fazem o desenvolvimento mais fácil.
Este serviço inclui a ferramenta de data-binding, administração de drag-and-drop, e feitos visuais, entre outros.

O uso de prebuild de objetos faz uma grande diferença nos projetos uma equipe pode criar e os tipos de processos de produção é que entram em cena.